Como saber em que redes sociais sua marca deve ter perfis
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Como saber em que redes sociais sua marca deve ter perfis, Atualmente, o Brasil possui 71% de sua população conectada à internet, o que representa 150,4 milhões de indivíduos. Os dados são do relatório Data Reportal e mostram também que a influência das redes sociais na vida das pessoas é grande: 140 milhões de brasileiros são usuários ativos desses sites e aplicativos.
Nesse cenário, se você pensa em como criar uma loja virtual ou já tem seu e-commerce, precisa considerar sua presença nas redes sociais. Não é por isso, no entanto, que você deve sair criando páginas e perfis em todas elas.
Para que sua estratégia possa ser bem executada, é preciso analisar bem em quais redes sociais sua empresa vai estar. Por isso, ao longo deste artigo, vamos conhecer as principais características de cada uma, além de fatores a se considerar antes de, finalmente, fazer sua escolha. Vamos lá?
Os brasileiros, conforme o estudo Data Reportal, possuem, em média, 9,4 contas nas diferentes redes sociais. É uma diversidade grande, então vamos conhecer algumas das principais redes.
Utilizado por 96% dos brasileiros entre 16 e 64 anos, o YouTube é a rede social de vídeos. Os formatos encontrados no site são os mais variados, desde pequenas pílulas de 30 segundos até vídeos ao vivo de cursos, com algumas horas de duração.
Com 120 milhões de usuários no Brasil, o Facebook é a segunda rede social mais utilizada por aqui. Seu público é composto por 54,1% de mulheres e 45,9% de homens.
Entre as funcionalidades que o Facebook permite, estão a criação de uma página da sua marca, a postagem de fotos, vídeos e enquetes, além da publicação de anúncios.
Apesar de ter perdido 10 milhões de usuários no último ano, o Facebook ainda fica atrás apenas do YouTube no Brasil.
Inicialmente o queridinho do público jovem, o Instagram vem conquistando cada vez mais o público e prova a influência das redes sociais na vida das pessoas. Hoje, são 77 milhões de usuários que podem postar e ver fotos, vídeos e Stories.
Além disso, existe a possibilidade de vender diretamente pelo Instagram por meio da função Shopping. Com ela, você pode expor seus produtos na rede social, além de colocar as etiquetas de preço e links para sua loja virtual pelo próprio sistema.
Dependendo da plataforma de e-commerce que você utilizar, é possível integrar sua conta do Instagram à sua loja virtual. Assim, é possível gerir todos os pedidos em um mesmo painel.
O Twitter é uma rede social bastante dinâmica, em que as postagens, de 280 caracteres, devem acompanhar as tendências do momento. Esse é um ótimo ambiente para estar em contato direto com os potenciais clientes.
No Brasil, são 12,15 milhões de usuários, sendo que 62,9% são homens. Conforme informações da Omnicore Agency, 37% dos tuiteiros no mundo têm entre 18 e 29 anos e 25%, de 30 a 49.
Conhecido como a rede social profissional, o LinkedIn conta com 39 milhões de brasileiros cadastrados. Em geral, sua utilização é recomendada para negócios B2B (Business to Business, ou seja, que vendem produtos para outras empresas), além da venda de cursos, por exemplo.
O Pinterest é uma rede social muito focada em imagens. Por isso, ele é recomendado para empresas cujos produtos têm bastante apelo visual e cujas fotos podem inspirar as pessoas. No Brasil, ele não tem tanta força, mas 40% dos usuários da internet entre 16 e 64 anos costumam utilizá-lo.
Rede social do momento, especialmente na China e nos Estados Unidos, o TikTok tem como principal característica ser um app para postagem de vídeos curtos e divertidos, como dublagens e danças. Por aqui, ainda não é tão utilizado, com 14% de penetração entre o público de 16 a 64 anos, mas devemos observar um crescimento dessa rede social nos próximos anos.
Agora que já conhecemos algumas das principais características de cada uma das principais redes sociais, hora de saber que fatores você deve avaliar antes de tomar sua decisão. Afinal, apesar de parecer uma boa ideia estar em todos os lugares, é preciso pensar seu plano de marketing estrategicamente.
Melhor do que estar em todas as redes sociais sem seus perfis ativos, é conseguir utilizar muito bem sua conta em uma delas. Portanto, considere o trabalho e os custos que gerir bem uma conta pode te demandar.
Você deve levar em conta não apenas os recursos necessários para as postagens, mas também para produção e edição de fotos vídeos, além da análise de métricas das suas iniciativas. Arque apenas com aquilo que você e sua equipe podem dar conta!
Outro elemento que vai nortear a escolha das suas redes sociais é o perfil da sua persona, ou seja, do seu público. Se seu público é composto, por exemplo, de jovens que se interessam pelo universo pop, o Twitter pode ser uma boa rede social para seu negócio. Já o LinkedIn, nesse caso, pode não ser uma boa ideia.
Por isso, para vender pela internet, busque conhecer seu público a fundo, incluindo seus hábitos na internet, suas redes sociais preferidas e tipos de conteúdo mais consumidos. Assim, você consegue direcionar seus esforços em uma estratégia que, certamente, vai atingir seu potencial consumidor.
Por fim, não adianta ter contas em redes sociais com dinâmicas totalmente diferentes e postar o mesmo conteúdo em todas elas. Isso passa uma imagem de pouco cuidado em suas publicações.
Por isso, é preferível que você esteja em menos redes, mas entenda muito bem o funcionamento das que você criar perfis. Assim, suas postagens terão maiores chances de engajamento, pois estarão de acordo com os interesses dos usuários.
Agora que já sabemos como a influência das redes sociais na vida das pessoas é grande, as características das mais importantes no cenário brasileiro e o que você precisa observar em sua estratégia, já sabe como escolher onde criar seus perfis. Então, está pronto para colocar a mão na massa?
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Informações da autora
Victoria Salemi é a editora responsável pelas parcerias de conteúdo da Nuvemshop, a maior plataforma de comércio digital da América Latina, com mais de 30 mil lojas ativas. Formada em Jornalismo, ama escrever e tornar assuntos complicados acessíveis a todos!
E-mail Gravatar: victoria.salemi@nuvemshop.com.br
SEO (Search Engine Optimization) é o conjunto de técnicas que visa colocar o seu site no topo das buscas do Google de forma orgânica. Não basta apenas estar na internet; para atrair tráfego qualificado, você precisa seguir as regras do jogo dos buscadores.
A dica mais importante de SEO é: escreva para pessoas, não para robôs. O Google prioriza sites que oferecem uma boa experiência de leitura.
A palavra-chave (keyword) é o termo que o usuário digita na busca. Para que o Google entenda seu site, ela deve aparecer:
Cuidado: Não exagere! O uso excessivo (Keyword Stuffing) pode ser penalizado como spam.
Robôs não “enxergam” imagens, eles leem códigos. Por isso, sempre preencha o Texto Alternativo (Alt Text) das suas imagens com a palavra-chave. Além de ajudar no SEO, isso torna seu site acessível para deficientes visuais.
A Meta Descrição é aquele resumo que aparece abaixo do título azul nos resultados do Google. Ela funciona como uma “vitrine” do seu post.
Ela deve ser persuasiva, conter a palavra-chave e ter no máximo 160 caracteres. Uma boa descrição aumenta a Taxa de Clique (CTR), o que indiretamente melhora seu ranking.
Adicionar links para outros artigos do seu próprio site ajuda o Google a navegar e indexar todas as suas páginas. Além disso, mantém o leitor mais tempo no seu site, reduzindo a taxa de rejeição.
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Você sabe o que quer dizer SEO Orgânico e a importância vital dele para a sobrevivência da sua loja virtual a longo prazo? Em um mercado onde o custo por clique (CPC) só aumenta, aparecer “de graça” no Google é o diferencial entre o lucro e o prejuízo.
SEO é a sigla para Search Engine Optimization (Otimização para Mecanismos de Busca). São estratégias técnicas e de conteúdo que mostram ao Google que o seu site é a melhor resposta para o que o usuário está procurando.
Diferente do tráfego pago (onde você paga por cada visitante), o tráfego orgânico é construído com autoridade. É como uma “receita perfeita”: você investe tempo e conhecimento agora para colher visitas gratuitas por anos.
Os buscadores (Google, Bing) são a principal porta de entrada da internet. Estar bem posicionado organicamente significa que, quando alguém digita “comprar tênis confortável”, sua loja aparece como uma sugestão confiável, não apenas como um anúncio.
Para conseguir isso, as plataformas de e-commerce oferecem ferramentas nativas. Parâmetros essenciais incluem:
Muitos lojistas perguntam: “Para que eu vou escrever textos se eu vendo produtos?”. A resposta é: Para atrair quem ainda não está pronto para comprar, mas tem um problema.
Exemplo prático:
Imagine que você vende sapatos de couro. Se você criar um artigo no blog sobre “Como engraxar e cuidar de sapatos sociais”, você atrai milhares de pessoas que já possuem o sapato (seu público-alvo).
Dentro desse artigo, você insere links para seus produtos (graxa, escovas ou um novo par de sapatos). Isso gera:
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Ter uma loja virtual sem marketing é como abrir uma loja física em uma rua deserta. Ninguém vai entrar, não importa quão bom seja o seu produto. O marketing para loja virtual é o combustível que traz tráfego qualificado e gera vendas.
Para ter sucesso, sua estratégia precisa se apoiar em três pilares fundamentais de aquisição e retenção:
O SEO para e-commerce é a arte de aparecer no Google sem pagar por clique. Quando alguém busca “Tênis de Corrida” e sua loja aparece em primeiro, você ganha tráfego gratuito e altamente intencionado.
Enquanto o SEO é a longo prazo, o tráfego pago traz velocidade. Plataformas como Google Ads (para capturar quem já está buscando) e Meta Ads (Instagram/Facebook para gerar desejo) são essenciais para escalar vendas rapidamente.
Diferente do marketing tradicional intrusivo, o Inbound foca em atrair o cliente através de conteúdo relevante. É educar o cliente sobre o problema dele para que a sua solução (produto) seja a escolha óbvia.
Estratégias de Inbound Marketing aplicadas ao varejo onlineMuitos lojistas focam apenas na primeira venda. O verdadeiro lucro do e-commerce está no LTV (Lifetime Value), ou seja, quanto o cliente gasta com você ao longo do tempo.
Estratégias de E-mail Marketing e Remarketing são vitais para fazer o cliente voltar e comprar de novo. É 5 a 7 vezes mais barato vender para quem já é cliente do que conquistar um novo.
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A internet transformou radicalmente o mercado. Se antes tudo era resolvido pessoalmente ou por telefone, hoje vivemos a era dos e-mails, chats e mensagens automáticas. Mas fica a pergunta: O contato com o cliente via telefone ainda é válido?
A resposta curta é: Sim, mais do que nunca. Em um mar de automação, a voz humana tornou-se um artigo de luxo que gera confiança.
Lojas virtuais modernas são projetadas para dar autonomia total ao usuário: FAQs, vídeos demonstrativos e descrições detalhadas. Teoricamente, o cliente não precisaria de ajuda.
Porém, a realidade mostra que muitos consumidores ainda são resistentes. Por quê?
Imagine se você pudesse unir a conveniência da internet com a velocidade do telefone. E se, ao ter uma dúvida, seu cliente pudesse falar com um vendedor em menos de 30 segundos?
Existem ferramentas especializadas nisso, como o CallPage. É uma plataforma que integra um widget de “ligue agora” na sua loja virtual.
Como funciona:
Adotar o atendimento telefônico ativo (ou receptivo rápido) traz vantagens competitivas claras:
O cliente está “quente”, com o cartão na mão. Tirar a dúvida dele nesse exato momento impede que ele abra a aba do concorrente.
Essas ferramentas integram com o Google Analytics e gravam o histórico. Você descobre não apenas quem ligou, mas de qual página ele ligou. Isso gera insights valiosos: “Muitos clientes ligam da página do Produto X? Talvez a descrição dele esteja confusa.”
Após a chamada, o sistema pode enviar um SMS de agradecimento. Esse “carinho” extra fideliza o cliente muito mais do que um e-mail automático de “pedido recebido”.
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Com toda a evolução da tecnologia móvel, o smartphone ganhou um recurso definitivo: substituir o cartão de crédito físico na hora de pagar as compras. Plataformas como o Apple Pay, Samsung Pay e Google Pay transformaram o celular em uma ferramenta de pagamento segura e onipresente.
Com o avanço tecnológico, o perfil de uso do celular mudou drasticamente. Pesquisas indicam que:
A tecnologia por trás dessa revolução chama-se NFC (Near Field Communication).
Ao contrário do Bluetooth tradicional, que exige pareamento, o NFC permite que o celular converse com a maquininha de cartão instantaneamente ao ser aproximado (geralmente a menos de 4cm). É um protocolo muito mais rápido e seguro do que a leitura de chips físicos.
Tecnologia e a importância do celular nas transações financeirasComo toda novidade financeira, o pagamento móvel gera receio. “Como garantir que os dados do meu cartão não serão interceptados?”
A resposta técnica é a Tokenização. Diferente de passar o cartão físico (onde o número real do cartão é lido), o pagamento via celular usa um “Token”.
Isso impede que “bisbilhoteiros” ou hackers capturem seus dados bancários reais, pois o Token é inútil fora daquela transação específica. É, ironicamente, mais seguro do que usar o cartão de plástico.
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