Comércio eletrônico: como tornar seu produto chamativo?
O comércio eletrônico vem sendo descoberto pela grande maioria das pessoas.Com a pandemia, muitos tiveram que ceder e utilizar a internet como maneira de sobreviver […]
O comércio eletrônico vem sendo descoberto pela grande maioria das pessoas.Com a pandemia, muitos tiveram que ceder e utilizar a internet como maneira de sobreviver […]
Índice [Ocultar] Não consigo vender, Vender na internet se tornou um nicho de negócio promissor, muitas empresas apostaram nas vendas online. Estas empresas atingiram novos nichos […]
O comércio eletrônico ganhou notoriedade nos últimos anos, porém nem todos os comerciantes aderiram à novidade.Mesmo assim, em 2019 o comércio eletrônico faturou cerca de […]
Como saber em que redes sociais sua marca deve ter perfis, Atualmente, o Brasil possui 71% de sua população conectada à internet, o que representa […]
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O comércio eletrônico vem sendo descoberto pela grande maioria das pessoas.
Com a pandemia, muitos tiveram que ceder e utilizar a internet como maneira de sobreviver a lojas físicas fechadas.
Uma outra parcela teve que ceder, ao comprar seu primeiro produto.
É sabido que, para muitos, comprar na internet não é algo simples e que é preciso haver confiança.
Segundo a NZN Intelligence, 74% dos consumidores preferem comprar na internet. Porém, para contrastar com isto, 26% preferem comprar no estabelecimento físico. Além disso, destes 26%, 40% deles não compram por falta de confiança (para expor seus dados bancários). Os outros têm medo que o produto não seja enviado, que haja enganação por parte do pagamento e, por fim, os que têm receio que os preços não sejam tão bons assim.
Fato relevante é que estas más impressões poderiam ser contornadas ou, ao menos, suavizadas com uma página convidativa e com um produto que informe tudo o que o consumidor precisa.
A segurança pode ser construída basta apenas que uma chance seja dada e esta chance só virá, se a sua loja virtual transparecer isto.

O início da loja virtual se dá pela sua home.
Ali estarão todos os produtos que merecem destaque, seja por uma determinada categoria em promoção, seja pelos produtos em lançamentos ou, ainda, pelos produtos mais conhecidos.
Os preços devem ser atraentes, são eles que terão o poder de fazer com que o consumidor permaneça, ou não.
A maioria de nós já fica desanimado quando entra em uma loja virtual e percebe que os valores estão bem acima daquilo que você planejou.
Quanto mais informações forem disponibilizadas para um determinado produto, maiores serão as chances de encontrá-lo no seu site. É importante que a barra de busca esteja em local visível e que ela tenha inúmeras possibilidades de pesquisa.
Em alguns sites, esta barra vem com a função de auto preencher, então você inicia escreve o nome do produto e o sistema auto completa com as opções cadastradas em seu site.
Use palavras chaves certeiras para que a função seja a mais completa possível.
Uma vez na página do produto, é importante dar atenção aos seguintes detalhes:
A foto do produto deve ser bem definida. Dê preferência para fotos reais do seu produto, evite buscar fotos na internet – até porque elas possuem direitos autorais, em sua maioria.
Tire fotos com uma câmera de boa qualidade e com boa iluminação. Outro ponto importantíssimo é: tire as fotos de diversos ângulos e acima de tudo: seja honesto.
Muitos comerciantes tiram fotos de seus produtos, usando alguns ângulos que dão a impressão do produto ter um tamanho, por exemplo, bem maior que o que de fato tem.
Procure ser claro quanto as opções daquele produto.
Lembre-se que a compra é feita via comércio eletrônico e todas as informações devem estar disponíveis
Informe as cores e tamanhos disponíveis. As dimensões, o peso… procure deixar seu cliente informado ao máximo, lembre-se que a compra na internet muitas vezes é feita às escuras.
Este ponto é crucial para a compra do seu produto.
Coloque todas as informações pertinentes ao produto,além das informações técnicas, informe o tempo de garantia, se existe algum tipo de pós compras… enfim, procure deixar tudo claro para que seu cliente se sinta seguro e compre sem maiores hesitações.
Fiquem ligados porque em breve falaremos sobre como o frete impacta nas suas vendas.
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Índice [Ocultar]
Não consigo vender, Vender na internet se tornou um nicho de negócio promissor, muitas empresas apostaram nas vendas online. Estas empresas atingiram novos nichos de mercado e tiveram que se adequar às mudanças – que ocorrem a passos largos.
Ocorre que dentro deste percentual existem as lojas que simplesmente não alavancam seu negócio. Não encontram seu potencial, essa estremecida termina afetando quem gere o negócio e, muitas vezes, o jogo de cintura necessário para reverter o jogo não vem e então ouvimos a afirmação; não consigo vender…
Alguns pontos são necessários para quem quer vender online. São necessários cuidados e análises contínuas, a adequação no mercado deve ser quase que instantânea e isso significa está constantemente em busca de informações e diferenciais para o seu negócio.
Pensando nessa necessidade (e nessa pergunta recorrente), decidimos listar alguns erros comuns em quem inicia as vendas na internet.
Claro que não existe uma fórmula secreta para o sucesso, mas sabemos que a disciplina, o erro e a persistência são passos comuns em que se aventura no novo.
É preciso estar sempre atento e aprendendo constantemente, mesmo com as falhas.
Vamos conhecer algumas?

Pois é, tal qual uma loja física é necessário que, antes de abrir um negócio, haja um plano para conduzi-lo.
Na internet isso funciona de forma diferente. Além da análise do produto que você vende, dentro do mercado online, é necessário fazer uma análise do seu consumidor.
É ai que entram as personas. Segundo a Wikipédia personas são personagens fictícios criados para representar os diferentes tipos de usuário dentro de um alvo demográfico.
Ou seja, são eles que representam seu público e com base neles o marketing monta estratégias para atingir outras pessoas que possuam as mesmas características da sua persona.
Sim, muito.O frete tem um fator decisivo na compra online. Muitos consumidores deixam de comprar o produto desejado caso considerem o valor do frete abusivo ou acima do que ele considera justo.

Campanhas com frete grátis ou frete fixo costumam agradar. Cidades mais distantes geralmente necessitam de transportadoras.
É importante avaliar os contratos das empresas que oferecem frete e encaixá-los dentro do seu tipo de negócio.
Algumas pessoas pesquisam o mercado, o frete, mas pecam na montagem da loja virtual.
O design tem que ser atraente e dar credibilidade ao negócio. Um design simples e conceitual transmite a mensagem que você quer passar e não confunde o seu público.
Procure se afastar da tela do computador e feche levemente os olhos, a visão (ao olhar para seu site) deve ser limpa e bem dividida.
Não use muitos banners, procure disponibilizar as informações de maneira organizada. Tenha, atualizado, os guias de como comprar, a política de frete e de troca, as informações sobre a loja virtual e os valores que vocês querem transparecer.
Selos de segurança, como o do e-Bit também ajudam na credibilidade. Para obtê-los basta entrar em contato com a empresa que o fornece e preencher os requisitos que eles determinam.
O seu site tem que transmitir confiança. Infelizmente, algumas pessoas usam de má fé na internet, e por isso é preciso mostrar ao seu cliente que sua loja virtual é um ambiente seguro, principalmente nas informações que são repassadas nele (tais como número de cartão de crédito, conta bancária e etc).
Esteja disponível quando o cliente precisar, muitas vezes é você quem vai dar o “empurrãozinho” que falta para o seu cliente decidir pela sua loja virtual.
Procure enaltecer as qualidades e os diferenciais do seu produto e explicar (de forma clara e objetiva).
Observe que são algumas atitudes simples que fazem diferença.
Lembre-se sempre que, em um ambiente onde a demanda é alta, o que traz destaque são os detalhes, os diferenciais. Aposte neles. 🙂
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O comércio eletrônico ganhou notoriedade nos últimos anos, porém nem todos os comerciantes aderiram à novidade.
Mesmo assim, em 2019 o comércio eletrônico faturou cerca de R$ 75,1 bilhões, com uma alta de 22%em relação ao ano anterior (sem contar a inflação), os dados são da NeoTrust.
Ocorre que em meio a tudo isso veio uma pandemia, situação – até então – vivida somente nas aulas de história e com ela a recomendação: distanciamento social.
Assim todos foram pegos de surpresa, inclusive pequenos e grandes empreendedores.
O distanciamento impôs uma nova forma de vender e, para muitos, o comércio eletrônico foi a solução.
Segundo a Revista Época, desde o início da pandemia, na comparação de abril com o mês anterior, março, o volume de vendas via comércio eletrônico teve um aumento de 30%.
O comércio ganhou cerca de 4 milhões de novos clientes.
Ademais, dentro deste cenário, algumas áreas fizeram mais sucesso.
Um levantamento da Konduo apontou que as áreas que mais cresceram foram:
. Brinquedos – com um aumento de 643%
. Supermercados – com um aumento de 448%
. Artigos esportivos – com um aumento de 187%
. Farmácias – com um aumento de 74%
. Games Online – com um aumento de 58%
. Entregas – com um aumento de 55%
A Compre&Confie estima que haverá um aumento de 20% nas vendas pelo comércio eletrônico, em relação ao ano de 2019.
Os números são expressivos, porém a urgência e a necessidade impuseram que tanto consumidores quanto lojistas tivessem familiaridade com a ferramenta
Se olharmos mais uma vez, os setores que tiveram crescimento em meio a pandemia, notamos que o que todos eles têm em comum é: suprir a necessidade do momento.
E o que aprendemos com isso?
Alguns negócios só terão sucesso em meio a crise se entenderem que, mais que produtos, eles resolvem necessidades. Ele oferece escolha e “acalento” em tempos incertos.
Ora, os brinquedos suprem a necessidade de pais e filhos, em amenizar o período.
Assim, supermercados, farmácias e entregas online vieram das necessidades básicas, aquelas que não dá pra abrir mão.
Artigos esportivos ganharam um espaço maior ao sol por conta das academias, clubes e crossfits fechados.
E,por fim, os games online trazem um combo infalível: companhia (pois muitos jogadores jogam em grupos) e diversão.
Aquele empresário que entender que o seu produto ajuda e agrega a necessidade, terá a receita certa para o sucesso.

Bem maior que a necessidade, é a quebra de paradigmas, é ter que aceitar algo que, até então, era impensado e mais: em muitos casos todo esse processo aconteceu de modo instantâneo, portanto tanto para lojistas quanto para compradores, o aprendizado precisou correr contra o relógio.
Uma certeza é fato, o comércio eletrônico abriu horizontes e potencializou resultados.
Muito se fala que após a pandemia surgirá uma forma de viver, e uma das coisas que certamente irá continuar dentro do novo contexto é o comércio eletrônico.
Conheça nosso site e deixe-nos ajudar a montar o seu negócio.
Como saber em que redes sociais sua marca deve ter perfis, Atualmente, o Brasil possui 71% de sua população conectada à internet, o que representa 150,4 milhões de indivíduos. Os dados são do relatório Data Reportal e mostram também que a influência das redes sociais na vida das pessoas é grande: 140 milhões de brasileiros são usuários ativos desses sites e aplicativos.
Nesse cenário, se você pensa em como criar uma loja virtual ou já tem seu e-commerce, precisa considerar sua presença nas redes sociais. Não é por isso, no entanto, que você deve sair criando páginas e perfis em todas elas.
Para que sua estratégia possa ser bem executada, é preciso analisar bem em quais redes sociais sua empresa vai estar. Por isso, ao longo deste artigo, vamos conhecer as principais características de cada uma, além de fatores a se considerar antes de, finalmente, fazer sua escolha. Vamos lá?
Os brasileiros, conforme o estudo Data Reportal, possuem, em média, 9,4 contas nas diferentes redes sociais. É uma diversidade grande, então vamos conhecer algumas das principais redes.
Utilizado por 96% dos brasileiros entre 16 e 64 anos, o YouTube é a rede social de vídeos. Os formatos encontrados no site são os mais variados, desde pequenas pílulas de 30 segundos até vídeos ao vivo de cursos, com algumas horas de duração.
Com 120 milhões de usuários no Brasil, o Facebook é a segunda rede social mais utilizada por aqui. Seu público é composto por 54,1% de mulheres e 45,9% de homens.
Entre as funcionalidades que o Facebook permite, estão a criação de uma página da sua marca, a postagem de fotos, vídeos e enquetes, além da publicação de anúncios.
Apesar de ter perdido 10 milhões de usuários no último ano, o Facebook ainda fica atrás apenas do YouTube no Brasil.
Inicialmente o queridinho do público jovem, o Instagram vem conquistando cada vez mais o público e prova a influência das redes sociais na vida das pessoas. Hoje, são 77 milhões de usuários que podem postar e ver fotos, vídeos e Stories.
Além disso, existe a possibilidade de vender diretamente pelo Instagram por meio da função Shopping. Com ela, você pode expor seus produtos na rede social, além de colocar as etiquetas de preço e links para sua loja virtual pelo próprio sistema.
Dependendo da plataforma de e-commerce que você utilizar, é possível integrar sua conta do Instagram à sua loja virtual. Assim, é possível gerir todos os pedidos em um mesmo painel.
O Twitter é uma rede social bastante dinâmica, em que as postagens, de 280 caracteres, devem acompanhar as tendências do momento. Esse é um ótimo ambiente para estar em contato direto com os potenciais clientes.
No Brasil, são 12,15 milhões de usuários, sendo que 62,9% são homens. Conforme informações da Omnicore Agency, 37% dos tuiteiros no mundo têm entre 18 e 29 anos e 25%, de 30 a 49.
Conhecido como a rede social profissional, o LinkedIn conta com 39 milhões de brasileiros cadastrados. Em geral, sua utilização é recomendada para negócios B2B (Business to Business, ou seja, que vendem produtos para outras empresas), além da venda de cursos, por exemplo.
O Pinterest é uma rede social muito focada em imagens. Por isso, ele é recomendado para empresas cujos produtos têm bastante apelo visual e cujas fotos podem inspirar as pessoas. No Brasil, ele não tem tanta força, mas 40% dos usuários da internet entre 16 e 64 anos costumam utilizá-lo.
Rede social do momento, especialmente na China e nos Estados Unidos, o TikTok tem como principal característica ser um app para postagem de vídeos curtos e divertidos, como dublagens e danças. Por aqui, ainda não é tão utilizado, com 14% de penetração entre o público de 16 a 64 anos, mas devemos observar um crescimento dessa rede social nos próximos anos.
Agora que já conhecemos algumas das principais características de cada uma das principais redes sociais, hora de saber que fatores você deve avaliar antes de tomar sua decisão. Afinal, apesar de parecer uma boa ideia estar em todos os lugares, é preciso pensar seu plano de marketing estrategicamente.
Melhor do que estar em todas as redes sociais sem seus perfis ativos, é conseguir utilizar muito bem sua conta em uma delas. Portanto, considere o trabalho e os custos que gerir bem uma conta pode te demandar.
Você deve levar em conta não apenas os recursos necessários para as postagens, mas também para produção e edição de fotos vídeos, além da análise de métricas das suas iniciativas. Arque apenas com aquilo que você e sua equipe podem dar conta!
Outro elemento que vai nortear a escolha das suas redes sociais é o perfil da sua persona, ou seja, do seu público. Se seu público é composto, por exemplo, de jovens que se interessam pelo universo pop, o Twitter pode ser uma boa rede social para seu negócio. Já o LinkedIn, nesse caso, pode não ser uma boa ideia.
Por isso, para vender pela internet, busque conhecer seu público a fundo, incluindo seus hábitos na internet, suas redes sociais preferidas e tipos de conteúdo mais consumidos. Assim, você consegue direcionar seus esforços em uma estratégia que, certamente, vai atingir seu potencial consumidor.
Por fim, não adianta ter contas em redes sociais com dinâmicas totalmente diferentes e postar o mesmo conteúdo em todas elas. Isso passa uma imagem de pouco cuidado em suas publicações.
Por isso, é preferível que você esteja em menos redes, mas entenda muito bem o funcionamento das que você criar perfis. Assim, suas postagens terão maiores chances de engajamento, pois estarão de acordo com os interesses dos usuários.
Agora que já sabemos como a influência das redes sociais na vida das pessoas é grande, as características das mais importantes no cenário brasileiro e o que você precisa observar em sua estratégia, já sabe como escolher onde criar seus perfis. Então, está pronto para colocar a mão na massa?
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Informações da autora
Victoria Salemi é a editora responsável pelas parcerias de conteúdo da Nuvemshop, a maior plataforma de comércio digital da América Latina, com mais de 30 mil lojas ativas. Formada em Jornalismo, ama escrever e tornar assuntos complicados acessíveis a todos!
E-mail Gravatar: victoria.salemi@nuvemshop.com.br
A internet transformou radicalmente o mercado. Se antes tudo era resolvido pessoalmente ou por telefone, hoje vivemos a era dos e-mails, chats e mensagens automáticas. Mas fica a pergunta: O contato com o cliente via telefone ainda é válido?
A resposta curta é: Sim, mais do que nunca. Em um mar de automação, a voz humana tornou-se um artigo de luxo que gera confiança.
Lojas virtuais modernas são projetadas para dar autonomia total ao usuário: FAQs, vídeos demonstrativos e descrições detalhadas. Teoricamente, o cliente não precisaria de ajuda.
Porém, a realidade mostra que muitos consumidores ainda são resistentes. Por quê?
Imagine se você pudesse unir a conveniência da internet com a velocidade do telefone. E se, ao ter uma dúvida, seu cliente pudesse falar com um vendedor em menos de 30 segundos?
Existem ferramentas especializadas nisso, como o CallPage. É uma plataforma que integra um widget de “ligue agora” na sua loja virtual.
Como funciona:
Adotar o atendimento telefônico ativo (ou receptivo rápido) traz vantagens competitivas claras:
O cliente está “quente”, com o cartão na mão. Tirar a dúvida dele nesse exato momento impede que ele abra a aba do concorrente.
Essas ferramentas integram com o Google Analytics e gravam o histórico. Você descobre não apenas quem ligou, mas de qual página ele ligou. Isso gera insights valiosos: “Muitos clientes ligam da página do Produto X? Talvez a descrição dele esteja confusa.”
Após a chamada, o sistema pode enviar um SMS de agradecimento. Esse “carinho” extra fideliza o cliente muito mais do que um e-mail automático de “pedido recebido”.
Quer implementar estratégias de atendimento que convertem?
Não deixe seu cliente falar sozinho. A EyAgencia pode ajudar a integrar as melhores ferramentas de comunicação no seu e-commerce.
Vender na internet tornou-se um nicho promissor, e muitas empresas apostaram tudo no digital. Porém, existe um cenário frustrante: lojas bonitas, com bons produtos, que simplesmente não decolam.
Se você se pega repetindo a frase “não consigo vender”, saiba que o problema geralmente não é o produto, mas a estratégia. Abaixo, listamos os 4 erros capitais de quem inicia no e-commerce e como corrigi-los.
Dificuldades em vender online? Veja os erros comunsMuitos empreendedores acham que e-commerce é “só publicar e vender”. Esse é o caminho mais rápido para o fracasso. Diferente da loja física onde o passante vê sua vitrine, na internet você precisa saber exatmente quem você quer atrair.
Segundo definições de marketing, personas são representações fictícias do seu cliente ideal. Sem isso, você gasta dinheiro anunciando para todo mundo e não vende para ninguém.
O custo de envio é, estatisticamente, o fator decisivo na compra online. Um frete abusivo é a principal causa de carrinho abandonado.
Frete caro afasta clientesImagine entrar em uma loja física suja, bagunçada e sem preços. Você compraria? O mesmo vale para o digital.
Seu site precisa transmitir credibilidade em segundos. Um design poluído, com excesso de banners e cores conflitantes, expulsa o cliente.
Faça o teste do “olho semicerrado”: afaste-se da tela e olhe para o site. A estrutura está clara? Os botões de compra são visíveis? Mantenha políticas de troca e “quem somos” sempre atualizados.
Na internet, a confiança é a moeda mais valiosa. Se o cliente sentir insegurança ao digitar o cartão de crédito, a venda está perdida.
Quer transformar visitantes em clientes fiéis?
Pare de perder vendas. A Consultoria de E-commerce da EyAgencia pode identificar exatamente onde seu site está falhando. Fale conosco no WhatsApp.
O título “O futuro do varejo não é o que você pensa” pode parecer provocativo, mas retrata fielmente a transformação silenciosa do mercado. Recentemente, em uma conferência de Comércio Eletrônico, Erick Melo (da WebJump) trouxe luz a este cenário.
O futuro do Varejo e a Tecnologia de DadosDecidimos trazer este tema para mostrar como a linha entre o comércio eletrônico e o varejo físico está deixando de existir.
A popularização da internet não mudou apenas a tecnologia, mas criou um novo perfil de consumidor. As características principais deste novo cliente são:
“Para tornar a experiência do seu cliente inesquecível, é mandatório conhecê-lo a fundo. Entender gostos e hábitos para montar o perfil ideal.”
Segundo os dados apresentados por Erick Melo, a jornada moderna segue um fluxo lógico de valor:
Como isso funciona na prática?
Um dos grandes exemplos de inovação no varejo físico é a tecnologia de Indoor Positioning (Posicionamento Interno).
A empresa israelense IntraPosition é pioneira nisso. Ela utiliza sistemas que medem a “temperatura” das prateleiras e o fluxo de pessoas.
Através de sensores (muitas vezes via infravermelho ou sinais de celular), o sistema cria mapas de calor (Heatmaps). Ele identifica:
Com esses dados, supermercados e lojas podem vender espaços internos por valores baseados em dados reais de visualização, similar ao que o Google faz com anúncios online.
O futuro próximo do varejo aponta para o uso intensivo de Biometria Facial.
Máquinas capazes de realizar leitura facial poderão identificar indivíduos instantaneamente ao entrarem em um estabelecimento. O sistema cruza a imagem com um banco de dados para determinar:
Isso permite o tageamento do usuário no mundo físico. Cria-se um padrão psicológico e de consumo, permitindo que telas dentro da loja exibam anúncios personalizados especificamente para quem está olhando para elas naquele momento.
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